.ATENÇÃO! ASSISTA ESSE VÍDEO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS! - ELEIÇÕES 2014 .




PRECISAMOS SALVAR O BRASIL!!!



Escrito por Harriete Champoudry às 13h25
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JOÃO DE DEUS

João de Deus foi o apelido carinhoso que o Papa João Paulo II recebeu dos brasileiros, quando esteve em nosso País pela primeira vez, em 1980.

Um homem valoroso que trazia nos olhos a ternura, e no coração o profundo desejo de ajudar na construção de um mundo melhor.

João Paulo II é, sem dúvida, um homem de Deus.

Todo homem que luta pela paz mundial, pela justiça, pelo bem geral, é um homem de Deus. E o Papa o foi.

Sempre disposto, aquele homem jamais se deixou vencer pelo cansaço, pelo frio nem pelo calor, e abraçou pessoas das mais variadas religiões, cores e posições sociais, em muitos países do Mundo.

Foi um verdadeiro cristão. Em seus discursos enalteceu sempre a democracia, a liberdade, a dignidade humana.

Foi agredido com palavras, foi atingido por uma bala, mas nem assim se deixou desestimular, pois acreditava que o mal é uma escolha temporária do ser humano...

Desde a infância, o pequeno Karol Wojtyla, teve contato com a dor da separação, causada pela morte.

Despediu-se, com apenas 9 anos de idade, de sua querida mãe que retornou à pátria espiritual.

Experimentou a dor da orfandade e, antes dos 22 anos já estava só no mundo. Seu irmão e seu pai haviam falecido.

O jovem Karol experimentou a solidão... Mas não se deixou abater.

Fez o que seu coração lhe pediu: buscou, através da oração, a ajuda da veneranda mãe de Jesus, Maria de Nazaré, em cujo coração encontrou alento e esperança.

Ao receber o título máximo de líder religioso da Igreja Católica, o cidadão polonês fez muitas renúncias, a começar pelo próprio nome.

E foi assim que João Paulo II ficou conhecido em quase todo o Mundo.

O garoto pobre tornou-se o Papa estrangeiro, em Roma.

Como Papa, teve papel importante na Terra. Com humildade e firmeza de propósitos, sua voz ecoou em vários Continentes, clamando por paz.

Sem dúvida um missionário de Deus, como tantos outros que defendem a paz e a liberdade do ser humano...

Sem dúvida um homem de princípios, que não hesitou em pedir perdão à Humanidade pelos erros cometidos por seus antecessores, que acenderam as fogueiras da Inquisição e dizimaram muitas vidas, em nome de Deus...

Para o povo brasileiro, esse homem é apenas João de Deus...

Mas, de tudo isso o que realmente importa agora, é que sua herança já foi legada em vida. A herança de amor pela Humanidade e sua total doação por um mundo melhor.

Hoje o cetro do poder repousa neste lado da vida...

E o menino Karol repousa, serenamente, aconchegado ao colo da mãezinha, que não via desde os recuados e doces 9 anos de idade, na saudosa Polônia, sua terra natal...

Um breve e merecido descanso para, logo mais, iniciar o trabalho novamente. Afinal, há muita coisa ainda a ser feita antes que a paz mundial seja uma realidade.

E para o bom combatente não há tempo a perder, há apenas uma pequena pausa para restabelecer as forças e continuar a nobre batalha.

Não há porque lamentar a partida de um homem de bem, que foi libertado do corpo físico, enfermo, pelas mãos hábeis dessa cirurgiã chamada morte...

Que em nossas mentes possam ficar gravadas essas palavras do Papa João Paulo II, ditas na celebração do Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro de 2005:

O mal não é uma força anônima que age no Mundo devido a mecanismos deterministas e impessoais. O mal passa através da liberdade humana.

No centro do drama do mal e constantemente relacionado com ele está precisamente esta faculdade que distingue o homem dos demais seres vivos sobre a Terra.

O mal tem sempre um rosto e um nome: o rosto e o nome de homens e mulheres que o escolhem livremente.

E se o mal é uma escolha, o bem também pode ser.

Se temos a liberdade de escolher o mal, temos também para escolher o bem.

Basta apenas movimentar a vontade e optar pelo bem.

Pense nisso

www.reflexao.com.br



 



Escrito por Harriete Champoudry às 10h42
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O PROPÓSITO DA LEI

Jesus inovou o pensamento religioso ao apresentar Deus como Pai amoroso.

Antes Dele, vigorava a concepção de um deus ciumento, colérico e vingativo.

Entretanto, costuma causar perplexidade que os filhos de um Deus de amor estejam sempre a braços com o sofrimento.

Viver constitui uma tarefa trabalhosa.

As criaturas estão sempre às voltas com desafios e angústias.

Por mais afortunado que alguém pareça, ele experimenta alguns padecimentos.

A Divindade realmente criou todos os seres para que sejam felizes.

Ocorre que a ordem cósmica não foi estabelecida para comportar a felicidade do egoísta e do preguiçoso.

O Universo é dinâmico e os seres precisam tomar gosto pelo trabalho, a fim de colaborarem com o progresso.

O aprimoramento das condições físicas e morais da vida dá-se por obra dos homens, que devem fazer a sua parte.

Todos são confrontados com desafios para que se fortaleçam, cresçam e melhorem.

Nesse processo de aprendizado, cada um responde pelo uso bom ou mau que faz de seu tempo e de seus recursos.

Considerando que o egoísmo ainda é bastante presente na Humanidade, não causa espanto que haja muito para resgatar.

Daí surgem os espetáculos de graves enfermidades e dores.

Contudo, o propósito da Lei não é punir, mas educar, corrigir.

Ela deseja levar o faltoso à reparação e ao bem, não à dor.

O padecimento dura o tempo necessário a que o desejo de reparar comece a produzir frutos.

Não basta se arrepender e sofrer moral e fisicamente.

Todo mal feito deve ser reparado para que a paz se instale no íntimo da criatura.

O equilíbrio, a paz e a saúde são reflexos da harmonia com a ordem cósmica.

No contexto da mesma existência física, o ideal é que a reparação se faça plena para a mesma pessoa que foi lesada.

Ao assumir os próprios erros, sem disfarces, o equivocado enfrenta seu orgulho e sua vaidade e progride.

Entretanto, nem sempre é possível reparar diretamente.

Às vezes, quando a consciência do equívoco surge, o ofendido não mais está próximo.

Há também erros cometidos em outras existências físicas, cujas vítimas perdoaram e seguiram em frente.

A rigor, os erros são cometidos contra a Ordem Cósmica, representada em certo contexto por quem foi a vítima do ato.

O compromisso é assumido com a vida e em face dela deve ser saldado.

Desse modo, o importante é tomar gosto pelo bem e fazer-se um agente do progresso.

Amparar os desgraçados do mundo, quem quer que sejam.

Perdoar as ofensas, compreender as fragilidades alheias e dar exemplos de trabalho, pureza e bondade.

É exatamente esse o propósito da Lei: que o bem surja no íntimo das criaturas e se exteriorize mediante atos dignos.

Pense nisso.




Escrito por Harriete Champoudry às 13h40
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15 de Novembro de 1889 - Proclamação da República - Marechal Deodoro da Fonseca  
 

O regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II.
 

- Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais que estava em processo. Um sistema em que houvesse mais liberdades econômicas, mais democracia e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população urbana do país.

 
- Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica.


 - Censura imposta pelo regime monárquico aos militares. O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte.
 

- Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República.

 
- Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político.

 
- Fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.

 

A Proclamação

Na capital brasileira (cidade do Rio de Janeiro) em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro

da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil.  No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República.

Fonte: História do Brasil.net



Escrito por Harriete Champoudry às 19h54
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A HISTÓRIA

 O ballet conta a história da menina Clara, que ganha do padrinho um quebra-nozes em formato de soldadinho e se encanta pelo presente. Ela fica desolada, no entanto, quando os irmãos dela o quebram durante a brincadeira. O padrinho a consola e conserta o brinquedo. Ela vai dormir e a partir daí, a magia toma conta do ballet: Clara sonha que um exército de ratos está invadindo o salão. O boneco quebra-nozes adquire vida e ataca os ratos, comandando um exército de soldadinhos de chumbo. O “Rei dos Ratos” fere o boneco que, desarmado, está prestes a perder a batalha, quando ela o salva, atirando seu sapato na cabeça dele. Clara sente a presença do padrinho, que, num passe de mágica, transforma o boneco em um belo príncipe.

O príncipe a conduz ao “Reino das Neves” e depois ao “Reino dos Doces”, onde vive a “Fada Açucarada”, que homenageia a menina com uma grande festa, com danças típicas da Espanha, China, Rússia, entre outras, e com um pas-de-deux da “Fada Açucarada”. O espetáculo continua com uma sucessão de danças de diversas regiões do planeta, e outras que simbolizam o café, os chocolates, as flores e, por fim, o pas-de-deux entre a fada e o príncipe. No dia seguinte, os pais de Clara a encontram dormindo ao lado da árvore de Natal abraçada ao boneco. Ela acorda e percebe que tudo foi um sonho.

Conto de Alexandre Dumas com a música de Tchaikovsky  fez surgir essa beleza de espetáculo que nos faz esquecer por alguns momentos, as violências do nosso dia a dia.

 

BALLET QUEBRA- NOZES



Escrito por Harriete Champoudry às 17h02
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PURA VERDADE!!! 



Escrito por Harriete Champoudry às 12h02
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QUE TAL FAZER UM POUCO DE SILÊNCIO?

Querido jovem, você já parou para pensar e sentir que estamos vivendo num mundo extremamente barulhento? Apesar de já estarmos acostumados com o barulho que nos cerca, no fundo sentimos a necessidade de preservar em nossa vida momentos onde tudo está tranqüilo e quieto. Para muitos, a saída é viajar para cidades pequenas, ainda silenciosas. Outros procuram um retiro ou se recolhem em casa mesmo. Tudo em busca de tranqüilidade e silêncio.

A história do ruído acompanha a história humana. Graças à audição, o ser humano percebe os sons do seu ambiente e pode classificá-los em agradáveis e ruídos. Quando temos muito barulho dizemos que existe poluição sonora. É o caso, por exemplo, das grandes cidades, com seus sons de fábricas, buzinas, alto-falantes e outros. A evolução tecnológica aumentou o grau dos ruídos. Somos obrigados a conviver diariamente com ambientes barulhentos, que ferem nossos ouvidos e prejudicam nossa saúde. A correria da casa para o trabalho, o calor e o barulho da cidade causa fadiga excessiva, estresse, cansaço mental, falta de concentração e outros males físicos.

Junto com o barulho externo existe a agitação interna do ser humano. O medo do desemprego, a ansiedade no trabalho, a ânsia de cumprir prazos e horários prejudicam nosso íntimo e nos impedem de relaxar nossa mente. Infelizmente, quando estamos agitados internamente não conseguimos equilibrar corpo e espírito, o que prejudica até mesmo nossa vida espiritual. Para ambos os casos é preciso procurar fazer silêncio. Existe um tipo de silêncio, além do externo, que é pouco explorado e até mais poderoso e eficiente. É o chamado silêncio interno. O silêncio interno é um estado de quietude pessoal, onde paramos para sentir nossos pensamentos e sensações.

O silêncio interno nos possibilita o contato com nosso íntimo e nos leva ao encontro de Deus. Uma forma de aproximar-se do silêncio interno é começar a fazer silêncio externo. O silêncio externo favorece a contemplação, o que ajuda a pessoa a se voltar para si mesma, dando-lhe tranqüilidade e segurança.

Mas não é fácil fazer silêncio. Em primeiro lugar fomos educados para aceitar o barulho excessivo como normal. Em segundo lugar, quando fazemos silêncio somos obrigados a ouvir a voz da nossa consciência mais íntima e enfrentar nossos medos e limites. E não é fácil encarar nosso interior, não é mesmo? E para quem ainda crê que para ficar na história é preciso fazer barulho, é bom lembrar que foi no silêncio que Jesus Cristo realizou grande parte de suas obras e ensinamentos. Quando precisava parar e refletir, ele se recolhia ao deserto e entrava em profunda comunhão com Deus, no silêncio.

Quem sabe não está na hora de você diminuir um pouco o volume do aparelho de som e ouvir o silêncio que está ao seu redor?

Para refletir:

Como você convive com o barulho? Você consegue fazer silêncio no meio do barulho? O que é mais fácil: o silêncio externo ou silenciar o coração? Você trabalha num lugar barulhento? Quais as conseqüências que a poluição sonora traz para a saúde?

A12.com - Padre Evaldo Cesar C.Ss.R



Escrito por Harriete Champoudry às 11h47
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Não há maior abismo que o silêncio nas familias!!!

Entre pais e filhos não há maior abismo que o silêncio.

O silêncio da indiferença, do esquecimento, da mágoa...

Silêncios que tem início na infância, talvez até antes do nascimento, quando os pais não consideram que ali, no ventre da mãe, já existe um ser.

Embora aquele novo corpo físico ainda esteja em elaboração, ligado a ele, desde a concepção, já está o Espírito reencarnante.

Assim, toda vida psíquica e comportamental da mãe, e também do pai, terá muita influência sobre o feto.

A alma que regressa não está consciente, mas sente se é querida ou não, se há equilíbrio no lar ou não, se realmente terá um lar ou não...

Desta forma, é importante conversar, desde esses primeiros momentos, com o bebê que irá nascer.

Dizer a ele que é amado; que os pais irão preparar um lar onde reinará o carinho, a compreensão; que estão cientes da missão que estão recebendo e vão se esforçar para serem bem sucedidos.

Os carinhos na barriga, os beijos suaves, as canções de ninar jamais serão esquecidos pelo Espírito, que cada dia se sentirá mais seguro em voltar ao palco terrestre.

Os estímulos que podemos produzir por vezes são tão fortes, que presenciaremos vários casos em que há resposta.

O bebê se mexe, chuta, dá cambalhotas, como se quisesse dizer alguma coisa.

Estudos mostram que, depois de nascida, a criança reconhece sons, música e vozes ouvidos no período da gestação.

Assim, podemos entender que no útero materno não há silêncio, há vida.

Vida que começou na concepção, e talvez até antes, se considerarmos o planejamento reencarnatório, o encontro com os futuros pais no mundo espiritual, os planos, os sonhos...

Não há espaço para o silêncio na família.

O hábito do diálogo, o hábito de se envolver com a vida do outro, da empatia, começa na gestação.

Os pais podem iniciar o processo educacional do seu filho ainda no ventre, de modo desajustado ou feliz, pelos tipos e vida íntima que escolham.

Pelos hábitos sociais e alimentares que adotem, enfim, pelas descargas de vida ou de morte que façam incidir sobre o seu filhinho.

Conscientes da missão grandiosa que estão recebendo do Criador, os bons pais aproveitarão o período da gestação para darem boas-vindas ao Espírito que volta.

Sendo um amor do passado, um opositor ou mesmo um estranho naquele núcleo, merece receber os cuidados necessários para que tenha em sua nova vida, todos os recursos para crescer.

Em sua bagagem vêm muitos planos, muitas dificuldades, mas certamente a vontade de vencer, de acertar e de amar.

Procura amigos que o acolham, que o apóiem em seu novo tentame, e que estejam sempre presentes em sua vida.

É isso que nos faz filhos e depois pais, que nos une em família, e que propicia que aprendamos a amar, primeiro poucos, para depois amarmos toda a Humanidade.

No amor, não há lugar para o silêncio...

* * *

Bons pais conversam. Pais brilhantes dialogam.

O eminente estudioso Augusto Cury, em uma de suas mais conhecidas obras, afirma que entre conversar e dialogar há um grande vale.

Conversar é falar sobre o mundo que nos cerca, dialogar é falar sobre o mundo que somos.

Outro especialista na área, Gardner, explica:

Dialogar é contar experiências, é segredar o que está oculto no coração, é penetrar além da cortina dos comportamentos, é desenvolver inteligência interpessoal.

www.reflexao.com.br



 



Escrito por Harriete Champoudry às 11h43
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 Carta publicada ontem no Globo...


 
Para fazer "a revolução", não precisamos pegar em armas ou acabar com a vida de ninguém. A nossa "arma", são as redes sociais, acredite no poder que nós temos. Basta cada um fazer a sua parte e ampliar.
Tá na sua mão. Na nossa mão.
Seja bastante coerente.
A Carta publicada no Globo
Tudo tem um começo,... e parte de um princípio!
um dia a casa se "apruma"!

 
Esta é uma Matéria que vale a pena repassar, solicito que divulguemos com entusiasmo, chega de nepotismo e de interesses ardilosos!

 
A Carta publicada ontem no Globo
Por Gil Cordeiro Dias Ferreira

 
Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:
 
· Voto facultativo? SIM!
· Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
· Reduzir para um terço os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!
· Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!
· Reduzir os 39 Ministérios para 12? SIM!
· Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!
· Fidelidade partidária absoluta? SIM!
· Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
· Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
· Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
· Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público (elevando-se para a categoria   de    crime hediondo? SIM!.
Atualização dos códigos penal e processo penal? SIM!
· Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!
· Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um quinto? SIM!
· Voto em lista fechada? NÃO!
· Financiamento público das campanhas? NÃO!
· Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
· Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM!
Um BASTA! na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM !!!!!!!!!!!
"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes."

 
DIVULGUEM PELO MENOS PARA DEZ PESSOAS DA SUA RELAÇÃO
VAMOS VER SE MUDAMOS O BRASIL? ESTÁ EM NOSSAS MÃOS.COLOQUEM NO CCO  QUANDO FOREM REPASSAR. VAMOS VER SE MUDAMOS O BRASIL? ESTÁ EM NOSSAS MÃOS.
***LEMBRE-SE: A FICHA LIMPA SÓ ESTÁ AÍ
POR MOBILIZAÇÃO DO POVO!!!!
O pior é que quase ninguém repassa, não sai às ruas como na Grécia, na Síria, no Egito etc. Vamos mudar isso, sem mesmo sair de casa, vamos?
Encaminhe, não custa nada!
 


Escrito por Harriete Champoudry às 12h48
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Devo ir à missa por pura obrigação? 

 



Escrito por Harriete Champoudry às 11h39
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PAPA FRANCISCO

Jorge Mario Bergoglio
13.III.2013

Eleição 13 de março de 2013

 

Bênção Apostólica "Urbi et Orbi":

Irmãos e irmãs, boa-noite!

Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos Cardeais tenham ido buscá-lo quase ao fim do mundo… Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.

[Recitação do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai]

E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!

E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.

[…]

Agora dar-vos-ei a Bênção, a vós e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade.

[Bênção]

Irmãos e irmãs, tenho de vos deixar. Muito obrigado pelo acolhimento! Rezai por mim e até breve! Ver-nos-emos em breve: amanhã quero ir rezar aos pés de Nossa Senhora, para que guarde Roma inteira. Boa noite e bom descanso!



Escrito por Harriete Champoudry às 12h25
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Na manhã deste dia 11 de fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes, fomos colhidos pela notícia espantosa de que o Santo Padre, o Papa Bento XVI, renunciou ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro.

Em discurso ao Consistório dos Cardeais reunidos diante dele, o Papa declarou que o faz "bem consciente da gravidade deste ato" e "com plena liberdade".

É evidente que a renúncia de um Papa é algo inaudito nos tempos modernos. A última renúncia foi de Gregório XII em 1415. A notícia nos deixa a todos perplexos e com um grande sentimento de perda. Mas este sentimento é um bom sinal. É sinal de que amamos o Papa, e, porque o amamos, estamos chocados com a sua decisão.

Diante da novidade do gesto, no entanto, já começam a surgir teorias fabulosas de que o Papa estaria renunciando por causa das dificuldades de seu pontificado ou que até mesmo estaria sofrendo pressões não se sabe de que espécie.

O fato, porém, é que, conhecendo a personalidade e o pensamento de Bento XVI, nada nos autoriza a arriscar esta hipótese. No seu livro Luz do mundo (p. 48-49), o Santo Padre já previa esta possibilidade da renúncia. Durante a entrevista, o Santo Padre falava com o jornalista Peter Seewald a respeito dos escândalos de pedofilia e as pressões:

Pergunta: Pensou, alguma vez, em pedir demissão?

Resposta: Quando o perigo é grande, não é possível escapar. Eis porque este, certamente, não é o momento de demitir-se. Precisamente em momentos como estes é que se faz necessário resistir e superar as situações difíceis. Este é o meu pensamento. É possível demitir-se em um momento de serenidade, ou quando simplesmente já não se aguenta. Não é possível, porém, fugir justamente no momento do perigo e dizer: "Que outro cuide disso!"

Pergunta: Por conseguinte, é imaginável uma situação na qual o senhor considere oportuno que o Papa se demita?

Resposta: Sim. Quando um Papa chega à clara consciência de já não se encontrar em condições físicas, mentais e espirituais de exercer o encargo que lhe foi confiado, então tem o direito – e, em algumas circunstâncias, também o dever – de pedir demissão.

Ou seja, o próprio Papa reconhece que a renúncia diante de crises e pressões seria uma imoralidade. Seria a fuga do pastor e o abandono das ovelhas, como ele sabiamente nos exortava em sua homilia de início de ministério: "Rezai por mim, para que eu não fuja, por receio, diante dos lobos" (24/04/2005).

Se hoje o Papa renuncia, podemos deduzir destas suas palavras programáticas, é porque vê que seja um momento de serenidade, em que os vagalhões das grandes crises parecem ter dado uma trégua, ao menos temporária, à barca de Pedro.

Podemos também deduzir que o Santo Padre escolheu o timing mais oportuno para sua renúncia, considerando dois aspectos:

1. Ele está plenamente lúcido. Seria realmente bastante inquietante que a notícia da renúncia viesse num momento em que, por razões de senilidade ou por alguma outra circunstância, pudéssemos legitimamente duvidar que o Santo Padre não estivesse compos sui (dono de si).

2. Estamos no início da quaresma. Com a quaresma a Igreja entra num grande retiro espiritual e não há momento mais oportuno para prepararmos um conclave através de nossas orações e sacrifícios espirituais. O novo Pontífice irá inaugurar seu ministério na proximidade da Páscoa do Senhor.

Por isto, apesar do grande sentimento de vazio e de perplexidade deste momento solene de nossa história, nada nos autoriza moralmente a duvidar do gesto do Santo Padre e nem deixar de depositar em Deus nossa confiança.

Peçamos com a Virgem de Lourdes que o Senhor, mais uma vez, derrame o dom do Espírito Santo sobre a sua Igreja e que o Colégio dos Cardeais escolha com sabedoria um novo Vigário de Cristo.

Nosso coração, cheio de gratidão pelo ministério de Bento XVI, gostaria que esta notícia não fosse verdade. Mas, se confiamos no Papa até aqui, porque agora negar-lhe a nossa confiança? Como filhos, nos vem a vontade de dizer: "não se vá, não nos deixe, não nos abandone!"

Mas não estamos sendo abandonados. A Igreja de Cristo permanecerá eternamente. O que o gesto do Papa então pede de nós, é mais do que confiança. Ele nos pede a fé! Talvez seja este um dos maiores atos de fé aos quais seremos chamados, num ano que, providencialmente, foi dedicado pelo próprio Bento XVI à Fé.

Fé naquelas palavras ditas por Nosso Senhor a São Pedro e a seus sucessores: "As portas do inferno não prevalecerão!" (Mt 16, 18).

Estas palavras permanecem inabaláveis através dos séculos!

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

 

NESTE MOMENTO DE PERPLEXIDADE, NÓS CATÓLICOS, DEVEMOS TER MUITA FÉ E CONFIANÇA EM DEUS!

REZEMOS PARA QUE O DIVINO ESPIRITO SANTO ILUMINE OS CARDEAIS QUE ELEGERÃO O NOVO PAPA!!!



Escrito por Harriete Champoudry às 12h36
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Escrito por Harriete Champoudry às 21h43
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Abortamento espontâneo

Por que, para certas mulheres que desejam muito ser mães, ocorrem abortamentos espontâneos?

O que acontece, nesses casos, ao Espírito que se preparava para reencarnar naquele corpo que estava em formação?

Uma senhora narrou, ao jornal italiano L´aurora uma experiência muito interessante.

Ela estava grávida e feliz. Estava no quarto mês de gestação. Os exames preliminares lhe haviam anunciado o sexo da criança: seria um menino, e ela se apressara a começar chamá-lo de André.

Então, uma noite, ela sonhou que estava deitada em um leito de hospital, sem apresentar o ventre desenvolvido, próprio da gravidez.

Estranhou, pois não conseguia entender o que acontecera. Levantou-se e foi até a janela do quarto. Um jardim se descortinava abaixo e nele um garotinho lhe sorria e a saudava com sua mãozinha.

Ela o olhou e lhe disse:

Até breve, meu tesouro. O nosso é somente um até breve, não um adeus.

Despertando, poucas horas depois, Giovanna precisou ser encaminhada ao Hospital da localidade, sob ameaça de um abortamento.

A médica, auxiliada por sua equipe, se esforçou ao máximo, sem conseguir evitar o abortamento espontâneo.

Uma grande tristeza invadiu aquele coração materno, ansioso pelo nascimento de mais um filho.

Desalentada e triste, chorou até se esgotarem as lágrimas. E o sonho da noite anterior então teve sentido para si: seu filhinho viera se despedir. E ela se despedira dele.

Fora o anúncio da tristeza que estava a caminho e que invadiria aquele coração feminino.

Talvez, mais tarde, em um outro momento, ele pudesse retornar, em nova tentativa gestacional. Mesmo porque, conforme o sonho, fora uma despedida temporária.

* * *

Por que ocorrem abortos espontâneos? O Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, interessou-se pela delicada questão.

As respostas lúcidas dos Espíritos de luz se encontram em O livro dos Espíritos.

Em síntese, esclarecem os mensageiros celestes que, as mais das vezes, esses eventos espontâneos têm por causa as imperfeições da matéria.

Ou seja, as condições inadequadas do feto ou da gestante. De outras, o Espírito reencarnante, temeroso das lutas que terá que enfrentar na vida de logo mais, desiste da reencarnação, volta atrás em sua decisão.

Retirando-se o Espírito que presidia ao fenômeno reencarnatório, a criança não vinga, a gestação não chega a termo.

A gestação frustrada é dolorosa experiência para os pais e para o Espírito em processo reencarnatório.

Como não existe sofrimento sem causa anterior, chega a esses corações, como medida salutar para ajuste de débitos anteriores.

Para o Espírito que realizava a tentativa, sempre preciosa lição.

Retornará ao palco da vida terrena, após algum tempo, em novas circunstâncias.

* * *

Para quem aguarda o nascimento de um filho, se constitui em doloroso transe a frustração do processo da gestação.

De um modo geral, volta o mesmo Espírito, superadas as dificuldades, para a reencarnação.

Se forem inviáveis as condições para ser agasalhado no ventre que elege para sua mãe, engendra outras formas de chegar ao lar paterno.

É nessas circunstâncias que a adoção faz chegar a pais não biológicos o filho inestimável do coração.

www.reflexao.com.br



Escrito por Harriete Champoudry às 13h10
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FESTA DE NOSSA SENHORA APARECIDA



Escrito por Harriete Champoudry às 13h27
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